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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Fora do Eixo - Sem Internet!

SEEEEM NEEEET <O> D: socorrooo

Tá, vou manter a calma. Tentar. É...
Olá, pessoal, estou sem internet a um dia. "Como estas a postar, anemal?!" 3G, do meu pai, não gosto de usar por que tem limite. Enfim.

Ontem eu ainda saí, mas Thâmara tinha que estudar e Abraão também então eu tava atrapalhando, mas fiz companhia a Henrique pelo menos, trocamos ideias. Ah, é, tem coisa legal vindo aí, fiquem atentos.
Esse texto é bestão mesmo, só pra falar que eu tô sem internet e sem nada pra fazer.
Hoje eu dormi bonito a tarde toda, assisti a "Como Treinar Seu Dragão" e só. Muito tédio. Não lembro bem o que eu fazia da vida sem internet. É, eu sou antigo assim. Maaaas, consegui ficar vivo dois dias, acho que tô pegando o jeito. O fim de semana eu também vou ficar sumido, mas lá pela terça-feira vou estar por aqui. Sei lá.

Fiquem bem, stay tuned, e não esquentem a cuca com besteira.
Até mais.

Estevão Barbosa.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Fora do Tempo - Capítulo 3

  Esse meu tornozelo tá uma merda. Não consigo nem mais ficar em pé, direito. Estou há dois dias nessa cela maldita, não aguento mais esse lugar. E ainda não descobri onde diabos machuquei minha perna. Ah, chinês desgraçado. Chang alguma coisa, sei lá, o nome dele. Do cara que me causou isso, essas viagens temporais desreguladas. E pensar que eu poderia ter dado conta dele nos tempos de colégio. Não estaria nessa situação. Mas eu sempre gostei dessas coisas de ciência, um pouco. E sempre fui um idiota. Eu estava no início de minha carreira, e como qualquer um em início de carreira, não apareciam muitas oportunidades pra mim. Figuração aqui, figuração ali, cadáver na série de investigação policial, et cetera. E, num dia, eu reencontrei Chang, e ele me contou o que estava fazendo. "Eu acho que consegui montar a máquina do tempo, Adam", ele disse. Disse também, é claro, que ganharia muito dinheiro com isso, se provasse que funcionava. E o que eu fiz? É óbvio, me ofereci como cobaia. Tava precisando comer, oras. E deu no que deu. Combinamos de testar a máquina, na noite anterior à demonstração pra imprensa. E lá fui eu, este grande imbecil, para uma fábrica abandonada, no meio do nada, numa noite de tempestade. Eu devia ter desconfiado que ia dar merda. Tempestade, noite e imensos lugares abandonados não formam um trio bacana. Mas fui lá, invadi a fábrica. E, lá dentro, estava ela... A merda da máquina do tempo, que mais parecia um computador da idade da pedra. Puta que pariu, Chang. A máquina era enorme, fazia um barulho ensurdecedor, a quantidade de fumaça que saía era imensa. "Tem certeza que essa merda vai funcionar, China?" "Calma, cara, essa é a primeira versão. A que vamos mostrar está na universidade" "Ah, que beleza. Como você vai testar uma máquina diferente, animal?!" "Só o visual é diferente, Adam. Todo o material é o mesmo, eu tinha de sobra" "Ah, que bom.. Mas, que material é esse? Quem financiou a pesquisa?" "Eu não posso dizer" "Ah, eu que vou ser a cobaia, e não posso saber onde eu estou me metendo?" "É, isso mesmo. Agora.." Estrondos. Estavam arrombando a fábrica. Gritos, correria, e, em poucos minutos, apareceram diante de nós alguns homens armados. Chang, tão horrorizado quanto eu, me empurrou pra dentro da máquina. Filho da puta. O treco começou a sacudir, a exalar um cheiro horroroso, enquanto eu ouvia gritos do lado de fora. Fechei os olhos, com medo, enquanto a máquina ainda balançava. 3 tiros. E eu abri os olhos. Me vi caído, numa situação semelhante à que passei aqui, quando cheguei aos anos 60, agora parando pra comparar. Mas a rua não tinha aspecto antigo. Muito pelo contrário. Olhei para os dois lados, e, em ambos, o mesmo aspecto futurista, daqueles que vemos naquele desenho animado, Os Jetsons. Quando eu me preparava pra sentar, passou por cima de mim algo muito rápido. Sentei-me, apesar de assustado, olhando pra frente. Ali, diante de mim, uma mulher loira, bonita, se vale a observação, em pé em algo que flutuava, que depois entendi ser uma moto. "Vai uma carona aí?", a loira perguntou, rindo. Definitivamente, eu estava no lugar errado. No tempo errado. Eu estava no futuro.

Rock of Ages - O Filme

Oi galera, tudo beleza?

Então, ontem à noite eu vi esse filme, e como vocês já devem ter percebido, eu não tenho muita criatividade para post's, então resolvi falar um pouco dele para vocês.

Aviso, a partir daqui, esse post pode conter spoiler.

Foi adaptado a partir de uma comédia/rock de Chris D'Arienzo. A história gira em torno de Sherrie (Julianne Hough) uma garota que veio de Oklahoma e vai para Los Angeles tentar a sorte querendo se tornar cantora. Porém, logo que chega na cidade, já é assaltada, e seus tão preciosos discos são levados. É ai que entra Drew (Diego Boneta)um aspirante a rockeiro, que tenta salvar seus pertences, e ao não conseguir, sugere que ela vá trabalhar junto com ele no Bourbon Room, o mais famoso bar de rock da cidade. Obviamente, não demora muito para os dois se apaixonarem.

Infelizmente, o bar estava falido, então eles conseguiram que fosse lá o último show da banda Arsenal, antes de seu vocalista e astro do rock mundialmente conhecido (naquela época) Stacee Jaxx seguisse carreira solo. Stacee é um tanto quanto excêntrico, tendo sua primeira aparição em um quarto decorado ao estilo selva, com tudo a que se tem direito.

Então, pulando algumas partes, após uma briga entre Sherrie e Drew, ele acaba aceitando a proposta do empresário de Stacee e vai trabalhar com ele, porém os produtores acham que o 'Rock está morto' e que é a hora do pop, então Drew acaba entrando numa Boyband (que me lembra demais Alvin e os Esquilos).

Uma das partes legais do filme é quando Alec Baldwin e Russell Brand ( interpretando respectivamente o dono da boate e seu fiel escudeiro)declarando seu amor ao Can’t Fight This Feeling foi realmente muito hilário, chegando até a me lembrar um pouco Felipe e Murilo, aqui do chat mesmo.

Enfim, apesar de muitas críticas negativas, o filme foi bom, fora o fato que tudo parecia ser motivo para começarem a cantar uma música, um exemplo disso é logo no inicio, na viagem de Sherrie até Los Angeles que ela começa a cantar e do nada, todos do ônibus começam a cantar junto no melhor estilo High School Musical.

Então, acho que é isso, acho que quem gosta de Glee ou curte os grandes clássicos dos anos 80, vai curtir bastante esse filme.

Té mais, boa semana o/

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Gira Mundo 10# - Skoob


      Bom horário, seja qual for ele o que você está lendo agora, praticamente todos os internautas do planeta participam de uma rede social, não importa qual, mas temos uma rede social que eu julgo muito especial e muito valorosa para nós leitores, o site Skoob, ponto de encontro muito bom para turma da leitura, visitem o site https://www.skoob.com.br/, se assemelha bastante ao Filmow, podemos dizer que é o MySpace dos livros.

     Conheci o Skoob porque tinha um blog que dispunha livros para download e neste blog precisávamos de um local melhor para expor os livros que já postamos, o que me chama atenção nesse site é da dinâmica dele que te prende por mutias horas e vicia legal, então tente arrumar um tempo para fazer ou organizar o seu porque lembrar de todos os livros que você já leu dá muito trabalho e é muito fácil de se distrair enquanto organiza tudo. Mesma coisa serve para os livros que você deseja ler, estamos lá passando por coisas e vemos uma capa que chama atenção e lemos do que se trata e vamos adicionando e o processo se repete e quando vemos temos 500 livros para e ler, é uma coisa louca.
     O Skoob é muito bom e pratico, recomendo para todo mundo mesmo, tenho um amigo que não tem dinheiro para comprar todos os livros que ele lê e ai que para mim o site se torna mais valioso que é o "ponto de troca", o site possui um ranking ou nota para as pessoas que avaliam se ela é confiável ou não para troca, é muito legal, eu não concordo com troca de livros, mas em tempos difíceis a vida é assim, você lê um e troca por um que nunca leu e deseja, repetindo assim o processo por tempo indefinido.
     O site possuem categorias bem definidas, vocês iram gostar, visitem o meu perfil aqui no blog e lá tem os links que precisam para me adicionar, desejo a vocês boas leituras.

Abraão dos Santos.

domingo, 26 de agosto de 2012

Nerdaralho #8 - Scott Pilgrim

 
 


Opa, saudações, leitores. Depois de outra breve ausência, cá estou de volta com a querida (só que não) coluna Nerdaralho. E hoje eu vou falar sobre... Scott Pilgrim! (Não ficou legal, o post que prometi na outra semana. Mentira, não tava afim de postar, mesmo). Bom, do que se trata Scott Pilgrim? ORA, COMO OUSAS NÃO SABER?! Perdão, me exaltei um pouco, deixe-me explicar. Criado pelo canadense Bryan Lee O'Mailley, a história de Scott é a seguinte: Morador de Toronto, é um rapaz de aproximadamente 22 anos. Baixista de uma banda de garagem, a Sex Bob-Omb, Scott é um verdadeiro loser, o famoso paspalhão. Não consegue se relacionar com ninguém, desde que sua última namorada o largou por um baixista famoso. Até que, em uma festa, o rapaz encontra com uma americana recém chegada ao Canadá, Ramona Flowers, e logo se apaixona. Mas ele logo percebe que aquela garota do cabelo colorido esconde algo. E ele descobre o que é. Para conquistar Ramona, Scott precisa derrotar a Liga dos Sete Ex Namorados do Mal. Esse plot surreal é divertidíssimo. Não tem como não ficar preso à história. E, é claro, o que ajuda, e muito, é a parte visual da HQ. A estética do mangá, e com inúmeras referências à video games, é incrível. O'Mailley faz um belo trabalho de roteiro e desenho. E, não é só isso. A obra de O'Mailley já passou pelos cinemas. No ano de 2010 (ano, inclusive, de lançamento da última edição da série de 6 volumes, iniciada em 2004), Scott Pilgrim ganhou as telas de cinema, em "Scott Pilgrim vs. The World", que conta a mesma história das HQs. Scott, aqui, é interpretado por Michael Cera (que muitos, ou talvez nem tantos, devem conhecer pelo seu papel em Superbad), e, caramba, Michael Cera É Scott Pilgrim. O filme é muito divertido, reforça e muito as referências à video games, por exemplo, o que, pra mim, foi uma diversão a mais. "Ah, mas já falou duas vezes sobre referências à video games.. cadê o jogo?" Pois eu digo que, SIM, o jogo existe (!!!). Lançado exclusivamente para PS3 e Xbox 360, em seus serviços de download pago em suas redes online, o jogo, com o visual das HQs (e colorido, coisa que, originalmente, as HQs de Scott não eram), você toma o controle de Scott, e tem que... bater nos carinhas que aparecem na sua frente, num clássico modo Beat'em up, enquanto segue a história até seu final. Nele, você pode também utilizar outros personagens como "ajudantes", com habilidades especiais, et cetera, mas, não vou me alongar muito nisso, porque acho que já escrevi demais. Bom, pessoal, é isso. Namastê, e até a próxima.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Torcidas Organizadas

Eaí galera, beleza?

Então, a maioria das pessoas tem pelo menos uma ideia do que isso seja, é um grupo de torcedores de um determinado time (geralmente de futebol) aqui do Brasil. Essas torcidas acompanham seus times nos jogos em outras cidades e tem, na maioria das vezes, seus próprios uniformes, mascotes e um gesto que simboliza a torcida da qual faz parte.

Hoje em dia, é extremamente comum você ter notícias de mortes que ocorreram durante uma briga entre torcidas, como a de Diego Martins que ocorreu durante uma briga entre torcedores vascainos e flamenguistas, fora os feridos, é claro.

As torcidas que deveriam apoiar seus times, recorrem a violência, por provocações e essas coisas ridículas. Um exemplo disso são os embates entre a Geral do Grêmio e Torcida Popular do Inter.

Desde o começo houve rivalidade entre esses dois clubes, exemplo disso são os Grenais. O preconceito é geral, chamar ou colorados de macacos, é um xingamento normal para os gremistas, comum. Alguns gremistas dizem, que na verdade, chama-los de macacos tem a ver que esse animal imita tudo que as pessoas fazem, e que a torcida colorada imita a gremista.

Vocês vêem como isso é um absurdo? Já cheguei a ver algumas pessoas marcarem os confrontos pelo facebook, e em dias de jogos, dependendo, é bem complicado você passar na frente de bares colorados com uma camisa do Grêmio.

Mais ou menos em 2009, foi lançada a campanha Paz nas Torcidas que foi proposta no site (mais esquecido e ridicularizado) orkut, pelas torcidas do Atlético PR, Coritiba e Paraná, mas sinceramente, eu ainda acho que ela é as vezes é inútil, pois várias pessoas falam, Paz nos Estádios e tudo mais, mas quando chega na hora H, já está pensando em um xingamento para o time rival, que geralmente é de baixo calão.

Enfim, as pessoas tem que se dar conta que isso não vai os levar a nada, e que se isso não mudar, que exemplo você vai dar para as crianças de hoje, não que elas estejam tendo bons exemplos ultimamente, mas enfim, do jeito que as coisas estão, não da pra ficar.

Enfim, é isso.

Boa semana, se cuidem, até a próxima :*

Fora do Tempo - Capítulo 2

(OBS) : Sim, esse vai ser o nome (provisório) da história iniciada na semana passada. Agora, toda semana, o post com o capítulo novo virá com esse nome. Boa leitura

   Sim, de novo sim. Ah, merda. Mais uma vez Adam Campbell viaja, sem querer, no tempo. Odeio quando isso acontece. Até foi divertido nas primeiras vezes, eu até recebia algo em troca, mas, agora, nada. Parece que é uma simples.. diversão do destino, sei lá. Agora só me resta esperar, até a hora de voltar. Eu sempre volto. Mas, quando não sei o tempo exato, é melhor conhecer o lugar, conhecer as pessoas, tentar me acostumar. Da última vez, passei duas semanas num navio pirata. Voltei pro meu tempo no exato momento em que eu começava a andar na prancha, depois de ter reclamado com o capitão sobre a falta de limpeza daquele lugar. Mas, caramba, aquilo era uma pocilga mesmo, não pude ficar quieto. Acho que vou começar com a garçonete bonitinha. Apesar dela não me conhecer, e de estar com seus 60 anos no meu tempo, pode ser uma boa coisa. Ela se aproxima do balcão novamente, para limpar a sujeira que eu fiz com o café. É agora. "Ei, oi.. ãh.. que hor.." Um estrondo, a porta escancarada. Entram dois homens mal humorados, com chapéus, casacões, e bloquinhos na mão. "Ei, você, bonitão, levanta" Puta que pariu. Sabia que isso ia acontecer. Detetives. Me procurando. Claro. Algum daqueles tantos que passaram por mim deve ter corrido pra delegacia mais próxima, gritando "Tem um cara com roupas estranhas na rua!" Porra, nessa época não existia Armani? Me levantei, calmamente, e me dirigi aos detetives "Oh, oi.. pois não?" "Nos acompanhe até a delegacia, lá conversamos" "Mas, com todo respeito, caro detetive... que crime o senhor acha que cometi?" "Assassinato, garoto. Vamos" E, assim, lá estava eu, 5 minutos depois, sentado no banco de trás de um carro da polícia, sendo levado à delegacia. Ótimo. Não, maravilhoso. Ao chegarmos, fui jogado numa salinha escura, onde só tinham duas cadeiras, uma mesinha, e uma lâmpada prestes a apagar. Já fiz esse tipo de cena umas 3 ou 4 vezes, agora que paro pra pensar. Estranho. É claro, sentei-me em uma das cadeiras. Fiquei sozinho pelo que deve ter sido uma meia hora, até que um daqueles dois homens carrancudos adentrou a salinha, sentando-se à minha frente. "Quem é você?" "Adam Campbell", respondi calmamente. "Campbell, hein? Curioso.. Jim Campbell, só para que você não reclame depois", o homem estendeu a mão. Aquele joguinho de "bom tira, mau tira". Clássico. E, aquele homem, é meu avô. E o velho já estava velho, com seus 50 anos, por aí. Meu pai devia ser um adolescente retardado qualquer, nessa época. Apertei a mão de meu avô, e ele voltou a falar. "Pois bem, senhor Campbell... Onde o senhor estava há duas noites?" Se eu te contasse que estava na premiére de meu novo filme em Londres, o senhor não acreditaria. Então.. "Eu.. estava em minha casa, Jimmy, junto de minha esposa, dormindo, provavelmente" Ele sacou que era mentira, na hora. Claro, nunca tive um sério relacionamento, é difícil fingir ter um, assim. E, também, ele não gostou de eu tê-lo chamado de Jimmy, certeza. "Senhor Campbell.. eu vou perguntar mais uma vez, e quero que o senhor diga a verdade, está bem? Onde o senhor estava há duas noites, quando essa moça aqui, segundo nossas investigações, foi encontrada morta?" E ele me mostrou algo que eu não queria ver. Uma foto, uma mulher nua, desfigurada, banhada em sangue. Quis vomitar. Perdi a fala, simplesmente. E, é claro, isso foi interpretado da maneira mais errada possível. E, assim, lá estava eu, 5 minutos depois, sendo trancado em uma minúscula cela, imunda, com uma cama da metade do meu tamanho, e uma bacia fedida, cheia de um líquido amarelo, por um crime que não cometi. Isso que dá, aceitar ser cobaia dum cientistazinho de merda, que dizia ser o criador de uma máquina do tempo. E agora estou aqui, móvel no tempo, deslocado, não sei qual é mais o meu lugar. Simplesmente não sei mais. Tenho medo de adormecer e, no dia seguinte, acordar no meio de uma batalha entre bárbaros vikings, ou, sei lá, dentro de um campo de concentração da Segunda Guerra. Repentinamente, a dor em meu tornozelo volta. Engraçado, tinha esquecido dela.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Gira Mundo 9# - 1808, Laurentino Gomes

   Voltei queridos leitores, mas tenho novidades, eu finalmente escolhi do que seria minha coluna, já deveria ter feito isso a muito mais tempo, enfim, a partir de hoje eu falarei de literatura, desde os mais lidos no mundo a mais marginalizada, logicamente que será somente livros que eu já li e caso queria ter uma noção do que eu li ou estou lendo, até mesmo o que eu vou ler pode visitar minha conta no Skoob para me adicione como amigo e trocarmos excelentes ideias sobre livros, o link está na minha página de perfil no menu do blog, ajudarei o máximo possível dentro de minhas possibilidades, mas chega de falar besteria não é, vamos ao que é importante.

   O livro 1808 possui um conceito histórico ao qual vocês leitores não devem deixar se enganar com outros livros do mesmo gênero, de forma clara e limpa explica a fuga da família real para o Brasil foi uma pressão irresistível exercida sobre ele pelo maior gênio militar que o mundo havia conhecido desde os tempos dos césares do Império Romano, Napoleão Bonaparte. Nele irá ler estórias sobre a travessia do Atlântico e a estadia da família real no Brasil, terra querida por muitos e governada por uma homem despreparado e sem  qualquer tipo de ambição. Se você não gosta de livros de cunho histórico se engana bastante com esse antes mesmo de começar a lê-lo, Laurentino Gomes não é historiador e sim jornalista, um amante de fatos e números que está em praticamente todas as páginas do livro com uma linguagem muito básica deixará você ficar curioso e rindo um bocado a cada capítulo,.
   Li esse livro no ano passado quando estava a pleno vapor o curso pré vestibular, meu pai historiador comprou o livro para sua coleção e me chamou atenção pelo que eu poderia aprender com ele, pasmado, recebi respostas a muitas de minhas curiosidades a cada página, a primeira delas é narração de como a comitiva saiu de portos lusitanos e sua relação com a cora inglesa, outro ponto muito forte no livro e que me deixou fazendo conta foi os valores apresentados tal como o salário do médicos, barões, preço de escravos, é muito informação, mas com um pouco de paciência, matemática e a ajuda do livro, você trará esse valor para os dias atuais.
   Eu não reclamaria se tivessem me apresentado o livro em pleno ensino médio, história nunca foi tão fácil e divertido, essa é a recomendação mensal, eu não vou falar sempre de livros aqui, temos premiações, autores, editoras, adaptações, eventos, mas uma coisa que vou implantar é O Livro do Mês, a começar por esse que inaugura uma nova era no blog, para finalizar eu preciso falar de como adquirir o livro, eles está mais do que recomendado nas palavras acima, eu poderia aqui dizer para você fazer o download, mas essa vai ser a primeira vez que eu digo para comprar um livro, então abaixo vai estar um link do site Submarino para a compra do livro, o preço está legal e bem acessível, caso não tenha cartão de crédito, tente ver se existe uma loja na sua cidade ou até mesmo um sebo, mas não deixe de ler.

Loja Submarino - 1808 - Laurentino Gomes

Abraão do Santos.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

#Fora do Eixo - A mãe da ordem

Assisti a uma matéria com a nossa querida Joanne Katlen Rowling no DVD de Relíquias da Morte parte 2, e ela comentava sobre a figra materna, principalmente a figura de Molly Weasley, e foi algo que achei incrível, porque são coisas facilmente perceptíveis, mas que geralmente não damos muito destaque. Paralelo a isso, a atriz que interpretou Molly fala da importância de a história ter sido escrita por uma mulher.



Molly não é só a mãe de Gui, Carlinhos, Percy, Fred, Jorge, Rony e Gina. Ela também é mãe de Harry, Hermione, Tonks, Lupin, de Sirius, apesar de todas as brigas; enfim, da Ordem da Fênix (se brincar, até de Dumbledore)! É ela que se preocupa com tudo e com todos (se stão bem alimentados, bem vestidos, se todos os livros estão nas malas, e as meias e os gorros e tudo o mais). É ela que tem o pulso forte, por que até como disse Jô, ela é mãe de Fred e Jorge né? E pra criar aqueles dois sem endoidar e ainda conseguir ser respeitada e temida por eles, tem que ter moral.
A autora também comentou, que quando escreveu os primeiros livros, uma mulher disse para ela "a senhora Weasley é só uma mãe comum", ou algo do tipo, e la se intrigou com aquilo. Ela não queria que fosse assim. À primeira vista Molly parece sim uma mãe comum, uma dona de casa comum. Mas quem diria que ela lutaria na guerra contra os comensais da morte de Voldemort? Quem diria que ela mataria Belatriz Lestrange? Uma pessoa cuja definição de amor era justamente oposta? Belatriz era uma louca, que tinha uma ideia totalmente errada sobre o amor. Ela idolatrava um sanguinário e matava, torturava e até morreu por causa dele. Mas isso não vem ao caso. Mas foi maravilhoso ver que a Sra. Weasley era uma mãe, uma mãe leoa, que amava muito os seus filhotes; que já tinha perdido um deles, e não ia perder outro, não mesmo. Então ela chama a responsabilidade e põe fim às ousadias ridículas e insanas de Belatriz, e provoca a ira de Voldy. E se ela fosse a eleita ela teria matado ele também, bastasse se meter com sua família! Mas foi ótimo ela ter mostrado que não usava a varinha só pra serviços domésticos.
E pra terminar, concordo plenamente com o que Julie Walters (que interpretou Molly) disse: que esse maravilhoso sentimento que é o amor materno não teria tanto destaque se a série tivesse sido escirta por um homem!

                                                                                       Rávilla Silva

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