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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Uma Jornada Inesperada

     Inesperada mesmo! Imagine só um Hobbit, se aventurando com anões?
     Criaturas amigáveis os Hobbits. São muito caseiros, tranquilos, comilões, adoram hóspedes e tudo que tem a ver com tranquilidade. Ah, e tem os fogos de Gandalf também! É, Bilbo Bolseiro era um digno representantes dos Sacola Bolseiros, que foi "convidado" por Gandalf para participar de uma aventura.

     Mesmo contrariado, Bilbo segue em uma jornada com Gandalf e um grupo de anões até a Montanha Solitária para recuperar os pertences da corajosa raça, que foram roubados pelo dragão Smaug. Anões são conhecidos por trabalharem em minas e gostarem muito de ouro e metais preciosos. Assim, os anões da Montanha Solitária acabaram chamando a atenção de Smaug para o seu grandioso tesouro. Liderados por Thorin Escudo-de-Carvalho (príncipe dos anões da Montaha Solitária) e Gandalf, Bilbo e a comitiva de anões partem sem saber dos perigos que lhes espera.



     Ainda não podemos esquecer de que é nessa jornada que Bilbo conhece Smeágol (Gollum) e pega o Anel do Poder, O Um, que será o centro de toda a trama de O Senhor dos Anéis. A trilogia de O Hobbit também é produzida por Peter Jackson, o que quer dizer que podemos esperar grandes coisas dos filmes. O primeiro nos prende por quase 3 horas, que passam muito rápido e deixam gostinho de "quero mais", pois a adaptação é maravilhosa e os efeitos especiais nem se falam. Quem gosta da Literatura Fantástica vai adorar, e quem não gosta, ou não conhece, começará a gostar também!

                                                                                                                  Rávilla Silva.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Rock of Ages - O Filme

Oi galera, tudo beleza?

Então, ontem à noite eu vi esse filme, e como vocês já devem ter percebido, eu não tenho muita criatividade para post's, então resolvi falar um pouco dele para vocês.

Aviso, a partir daqui, esse post pode conter spoiler.

Foi adaptado a partir de uma comédia/rock de Chris D'Arienzo. A história gira em torno de Sherrie (Julianne Hough) uma garota que veio de Oklahoma e vai para Los Angeles tentar a sorte querendo se tornar cantora. Porém, logo que chega na cidade, já é assaltada, e seus tão preciosos discos são levados. É ai que entra Drew (Diego Boneta)um aspirante a rockeiro, que tenta salvar seus pertences, e ao não conseguir, sugere que ela vá trabalhar junto com ele no Bourbon Room, o mais famoso bar de rock da cidade. Obviamente, não demora muito para os dois se apaixonarem.

Infelizmente, o bar estava falido, então eles conseguiram que fosse lá o último show da banda Arsenal, antes de seu vocalista e astro do rock mundialmente conhecido (naquela época) Stacee Jaxx seguisse carreira solo. Stacee é um tanto quanto excêntrico, tendo sua primeira aparição em um quarto decorado ao estilo selva, com tudo a que se tem direito.

Então, pulando algumas partes, após uma briga entre Sherrie e Drew, ele acaba aceitando a proposta do empresário de Stacee e vai trabalhar com ele, porém os produtores acham que o 'Rock está morto' e que é a hora do pop, então Drew acaba entrando numa Boyband (que me lembra demais Alvin e os Esquilos).

Uma das partes legais do filme é quando Alec Baldwin e Russell Brand ( interpretando respectivamente o dono da boate e seu fiel escudeiro)declarando seu amor ao Can’t Fight This Feeling foi realmente muito hilário, chegando até a me lembrar um pouco Felipe e Murilo, aqui do chat mesmo.

Enfim, apesar de muitas críticas negativas, o filme foi bom, fora o fato que tudo parecia ser motivo para começarem a cantar uma música, um exemplo disso é logo no inicio, na viagem de Sherrie até Los Angeles que ela começa a cantar e do nada, todos do ônibus começam a cantar junto no melhor estilo High School Musical.

Então, acho que é isso, acho que quem gosta de Glee ou curte os grandes clássicos dos anos 80, vai curtir bastante esse filme.

Té mais, boa semana o/

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quem quer ser um milionário?

Dirigido por Danye Boyle, o filme "Quem quer ser um milionário?", de 2009, foi ganhou o oscar de melhor filme, e vendeu mais de um milhão de ingressos no Brasil. Mas tanto sucesso não foi graças apenas à boa produção do filme. O enredo envolvente prende o telespectador até o fim.
O drama, que se passa na Índia, retrata a situação da população carente, e principalmente a de três jovens: Jammal, Salim e Latika.



Jammal e Salim, irmãos, perdem a mãe ainda crianças e passa a lutar pela sobrevivência em uma sociedade bastante desigual, onde o modelo capitalista se instalou de forma cruel. Enquanto buscam melhores condições de vida, os dois irmãos conhecem Latika, e Jammal já se apixona pela menina. Mas as coisas não passam a ficar fáceis agora. Pelo contrário, quando parece que estão melhorando, tudo piora, e Latika e Jammal se separam.
Depois de alguns anos, e de constantes buscas, Jammal encontra a amada com a ajuda de Salim, mas ao ser traído pelo irmão se separa dos dois por outros tantos anos.
Sabendo que Latika assistia ao programa "Quem quer ser um milionário", Jammal se inscreve para participar, na esperança de encontrá-la. Coincidentemente as perguntas que caem estão relacionadas de alguma forma com experiências que ele já passou na vida, e o menino de rua chega à pergunta que vale 20 milhões de rúpias. Com uma história tão intrigante ele é preso e vai ser investigado por suspeita de trapaça. Na delegacia, desesperado para provar a sua inocência, ele conta ao delegado a história da sua vida e a forma como cada pergunta tinha algo a ver com a sua ela (é assim que nós passamos a saber disso também).
O filme é ótimo, e apesar de ter ocidentalizado bastante a cultura indiana, é suficiente para nos mostrar o quão cruel e excludente é o sistema capitalista, e os governos de muitos países, principalmente alguns emergentes (como Índia e China) só estão preocupados com o crescimento econômico, não importando o meio usado para obtê-lo.

                                                                                                   Rávilla Silva.

domingo, 12 de agosto de 2012

Nerdaralho #7 - Pequenas ideias sobre o futuro

  Opa, beleza? Tô de volta hoje, pra falar sobre.. o futuro. Não, eu não tenho poderes paranormais, nem nada disso. São só especulações de um pobre Nerd desocupado. Pois bem, nessa semana, começaram a circular notícias sobre um possível filme da Liga da Justiça, previsto para 2015. Especula-se que Ben Affleck está em negociações para dirigir a película. Bom, eu não conheço os trabalhos dele como diretor, mas, ouvi de pessoas mais "familiarizadas" que o trabalho dele é bastante bem feito, contrariando sua carreira como ator, diga-se de passagem (Ah, Demolidor.. Ah, Fox, com que coragem lançou aquilo?). Correndo por fora, está o nome de David Yates, diretor dos últimos 4 filmes da franquia Harry Potter. E esse eu conheço bem, ah, conheço. E já digo logo: David Yates não serve para o projeto Liga da Justiça. Seu estilo de cinema não é nada próximo ao estilo que, imagino eu, a Warner/DC tentará levar em seus próximos projetos, devido ao grande sucesso da "Trilogia Dark Knight", de Christopher Nolan. E, aí, vem a outra notícia, mas essa já é um pouco "antiga". A sequência de Vingadores, Vingadores 2, está prevista para o mesmo ano, 2015. CACETE. DOIS FILMES DAS MAIORES EQUIPES DE HERÓIS NO MESMO ANO. HAJA DINHEIRO. Enfim, Vingadores 2 deverá, segundo especulações, seguir os acontecimentos do vindouro Capitão América 2 - Soldado Invernal. Não vou revelar spoilers, mas, quem, assim como eu, conhece as HQs do super herói, já tem uma ideia do que pode acontecer, pelo título. Mas, me permitam dizer uma coisa: Não veremos Thanos na sequência de Avengers. Maaaaaaaaas, o veremos um ano ANTES, em Guardiões da Galáxia. Bom, parece que 2015 será um grande ano para o cinema de heróis, assim como 2012. É esperar pra ver. Ah, semana que vem, este nerd colunista que vos escreve virá com especulações de elenco (só pra passar um tempinho :P) Namastê, e até domingo que vem.

sábado, 21 de julho de 2012

Anti-nazismo dentro da Alemanha

Olá pessoas! Ultimamente tenho visto alguns filmes sobre Segunda Guerra Mundial, e mais especificamente sobre o nazismo. Os dois últimos foram Operação Valquíria, de 2008 (dirigido por Bryan Singer), com Tom Cruise e Bill Nighy, e Bastardos Inglórios, de 2009 (direção de Quentin Tarantino), com Brad Pitt e Christoph Waltz.



O que os dois tem em comum? Bom, os dois são a prova de que nem todos os alemães não-judeus eram a favor de Hitler; quem nem todos os oficiais do exército apoiavam as atrocidades contra os judeus, ou negros, ou enfim, os não-arianos.
A Operação Valquíria seria iniciada quando Hitler fosse assassinado na Toca do Lobo, onde se reunia com seus generais. Os traidores do nazismo anunciariam que a SS e a Gestapo estavam se rebelando contra a Alemanha de Hitler, e iriam combatê-la. Estando no poder, colocariam fim ao nazismo.
Os Bastardos Inglórios eram caçadores de nazistas, justiceiros. A organização era grande e contava até com o apoio da famosa atriz alemã Bridget Von Hammersmark. Aldo (Brad Pitt) e seus homens foram enviados dos EUA para se infiltrar na Alemana e combater os nazistas. Eles emboscavam os grupos e matavam quase todos: deixavam um escapar para contar a história e dar fama a eles, passar informações aos generais (as informações que eles ordenavam) e coisas desse tipo. Mas eles sempre ficavam marcados.

Paralelamente a tudo isso, conhecemos também Shoshana, uma francesa judia que viu a família ser assassinada covardemente. Anos depois, ela tornou-se proprietária de um cinema, e acabou atraindo a afeição de um herói de guerra nazista (logo ela que adorava os nazistas). Em um certo momento, os ideais de Shoshana e dos Bastardos estarão em sintonia, e eles veem uma oportunidade de ouro em um evento nazista que acontecerá na França.
Achei os dois filmes ótimos. O primeiro foi baseado em fatos reais, por isso sabemos que a operação não deu certo, mas é muito interessante saber porque deu errado. O segundo é uma ficção. Se não fosse, milhares de vida teriam sido poupadas.

                                                                                                     -Rávilla Silva.

domingo, 15 de julho de 2012

Tudo terminou ali?



     É, 11 anos atrás foi lançado o primeiro filme de uma história que marcaria a primeira década de um novo século, e concerteza o século inteiro. Mas foi 10 anos atrás que eu assisti Harry Potter e a Câmara Secreta e virei super fã da história (eu ainda era uma criança). E bem, não lembro muito como era a vida antes de conhecer HP. Só lembro da expectativa ano após ano, após cada filme; só lembro da espera pelo lançamento do próximo filme (até 2007 também tinha a expectativa pelos novos livros). Eu também lembro da minha revolta por HP nunca ter ganhado um Oscar e geralmente perder para outras sagas mais modinhas (não é ético citar nomes) no Movie Awards, por exemplo. As ótimas produções e adaptações (exceto EDP) e os atores (alguns escolhidos pela própria Jô), ilustraram, deram rostos e efeitos às nossas imaginações. Até algumas dublagens como a de McGonnagal nos primeiros filmes (a do "1, 2, 3, Veraverto" por exemplo), ficaram como marca dos personagens.
     Mas 1 ano atrás foi lançado o último filme dessa história, e mesmo muitos de nós já tendo lido a história e já sabendo do fim antes de vê-lo na telinha, todos ficaram tristes com o fim da espera, da expectativa que vinhamos tendo desde que vimos um filme da série pela primeira vez e ficamos esperando pelo próximo.
     E agora? Agora que todos os filmes já foram lançados, todos os livros lidos há tempos e até já relidos, nos resta apenas ver os filmes e ler novamente cada livro?
O que importa é que não nos esqueçamos da história que marcou nossa infância, adolescência, ou simplesmente nossas vidas!
                                                                    Rávilla, ou Srta. Granger se preferir.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Fora do Eixo 1 - Um Réptil Misturando Fórmulas

    Saudações, leitores. Estreando mais uma coluna no Desurindo, hoje, a Fora do Eixo, que pode ser resumida dessa forma: Os 7 colunistas postarão, de vez em quando, pequenos textos não diretamente relacionados aos temas de suas colunas, que podem ser sobre os assuntos dos outros colunistas. Ou seja, uma espécie de "troca". Enfim, vamos lá. Na coluna de estréia, eu, Felipe, escreverei a minha visão sobre o filme "O Espetacular Homem Aranha".
 
    ATENÇÃO: Pode conter leves (medianos, ou até graves MUAHAHAHA. Mentira, não tem quase nada de) spoilers. Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que sou muito fã de Homem Aranha. Que, desde que me entendo por gente, leio as HQs do personagem. E, também, que sou contra qualquer tipo de comparação, mas, neste texto, se houver alguma, é por que não há escapatória. Bom.. Taí:
 
   Como todos (que não tiveram que ser descongelados esse fim de semana depois de muito tempo ou que não moram embaixo de uma pedra) sabem, na última sexta feira, dia 6, estreou nas salas de cinema de todo o planeta o filme "O Espetacular Homem Aranha". Sim, vou falar dele, de novo, pela terceira coluna seguida. E eu assisti a este filme. E devo dizer que... gostei. Não sei se por conta das minhas baixas expectativas, ou se por que o filme é bom mesmo, mas gostei. Claro, comecei a assistir com bastante estranheza, afinal, não faz tanto tempo desde o último filme, e, do nada, resolveram recontar a origem do herói (há exatos 10 anos, estreava o primeiro da trilogia anterior). E essa origem, que eu achei que seria o ponto fraco do filme, me agradou, de certa forma. Não vou dizer aqui que a história dos pais de Peter é interessante, pois não é nem um pouco, mas a forma como foi apresentada não me incomodou. Uma das coisas que me incomodou foi.. Peter Parker. Sim, ele, o herói, interpretado por Andrew Garfield, aquele do filme do Facebook. Não gosto dele. Não sei bem o motivo, mas não gosto. Não gostei dele aqui, neste filme. O Peter de Garfield é esquisito demais, sei lá. Um tanto sombrio (como é a atmosfera do filme), muito revoltado, que desconta nos criminosos todos os problemas de sua vida pessoal, que apenas "bate por bater". Tá, eu sei, encaixa no filme, na história do filme, e também sei que o Peter é assim, que o Peter de Tobey Maguire foi assim, mas me incomodou um pouco, me pareceu um pouco exagerado demais. Talvez porque eu tenha crescido lendo o Cabeça de Teia já estabelecido, e não o começo de sua carreira. Mas, enfim, chega de falar do Garfield. Bom, eu sei, disse ali acima que gostei do filme, mas, o filme não é bom. Até mais ou menos a metade do filme, é divertido acompanhar a porção "comédia romântica" da película, e tudo mais, umas risadinhas aqui, outras ali (Gostei de Garfield como Aranha, apesar de não ter gostado como Peter). Mas, a partir do momento em que Curt Connors se transforma em Lagarto... desandou tudo, meus amigos. O vilão não convence, nenhum pouquinho. Parece que os roteiristas pensaram assim "Chega de fazer Peter correr atrás de bandidinhos que tem uma estrela tatuada na mão, vamos encaixar um vilão de respeito. Hmmm.. Lagarto! Isso, Lagarto. E vamos fazer... vamos fazer o Peter ajudar a criar o Lagarto, caraca, GENIAL!" Não. Sinto dizer que não foi genial, até porque o Lagarto é um vilão de segunda. Uma das maiores queixas sobre a franquia anterior foi justamente essa: As coincidências. TODOS os vilões tinham a ver com Peter, na trilogia, o que não era necessariamente verdade. E, neste filme, repetiram a fórmula. Desnecessário. Agora, falando rapidamente sobre os filmes anteriores (e retomando um tópico anterior), eu acho o Tobey Maguire mais ator que o Andrew Garfield. Pronto, falei, eu precisava disso, foi mal. Voltando... MALDITAS COINCIDÊNCIAS! Tá, sério, agora voltando mesmo... Putz, não sei mais o que dizer do filme, sem evitar spoilers. E, como não quero estragar nada.. Ah, sim, não se esqueçam: Há uma cena entre os créditos. NÃO LEVANTEM AS BUNDAS DAS CADEIRAS. E, prestem bastante atenção... na linda da Emma Sto.. digo, na já tradicional "Cena de Stan Lee", que ocorre em todos os filmes da Marvel. É a cena MAIS ENGRAÇADA de todas. Mas, infelizmente, não vale o preço do ingresso inteiro. Talvez a meia entrada. Namastê, e até a próxima. (Devo ter esquecido de comentar alguma coisa.. mas prefiro esquecer deste filme, pelo menos até o próximo. A Sony já confirmou que será uma nova trilogia. Alguém me dá um tiro com bala de Adamantium aí?)

    Nota: 5, 728 (Às vezes dá um número bizarro desses, mas, sabem como é, né.. muitos cálculos.)

domingo, 8 de julho de 2012

Nerdaralho #3 - As adaptações das adaptações

  Sim, hoje eu vou falar de... video games. Mais precisamente, dos jogos de adaptações cinematográficas. Como devem perceber, cada vez mais são criados jogos contando as mesmas histórias que já vimos nos cinemas (e antes nos livros, nas HQs, et cetera, et cetera, et cetera..), ainda mais depois que surgiu essa febre de filmes de super heróis. Mas, estes jogos, principalmente os que contam as histórias de super heróis, tem um grave problema: O enredo. Tá, eu sei, muitos irão discordar de mim, mas, eu, particularmente, gosto de jogos com história. Principalmente nesses jogos de filmes. Afinal, eles têm uma história, então, por quê não contá-la? Mas eles, produtores de games, não fazem isso, não. A história fica em segundo plano, enquanto, como primeiro objetivo, há o simples "bater em todos os bonequinhos até seus dedos criarem calos" (Desculpa, Homem Aranha, já é a segunda semana seguida que falo de você, mas já vou parar, tá?). Isso irrita, enjoa, cansa. Tem hora que não dá mais pra ficar batendo no Rhino, né? Mas, enfim... Existem as exceções, como, por exemplo, os jogos de Harry Potter (pelo menos os primeiros 3), que, é verdade, não seguem muito a história, mas, o modo como a história levemente modificada do game vai prosseguindo, é um modo bem bacana. Quem que já jogou as versões para PC não se divertiu com os desafios de feitiços? Para encerrar a coluna, eu TENHO que falar de uma outra categoria: a de jogos que não são vendidos como "jogo de filme", mas, que, sem dúvida, aproveitam o sucesso da versão cinematográfica. Dois grandes exemplos são os excelentes Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City (o primeiro, simplesmente um dos melhores jogos que já joguei até hoje). Estes jogos apresentam enredo e diversão de forma equilibrada, o que agrada bastante aqueles gamers que, assim como eu, apreciam uma boa história enquanto esmagam botões. Namastê, e até a próxima, meus caros.

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